quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Conheça 10 grandes investidores e suas estratégias vencedoras


SÃO PAULO – Conseguir transformar as oportunidades em lucro, saber o momento certo de comprar e a hora exata de vender, ter sangue frio e visão para antecipar os movimentos do mercado são apenas algumas das características de grandes investidores, que conseguiram fazer fortuna operando com ações e se tornaram verdadeiras lendas dentro do mercado de capitais.
Para que você conheça um pouco mais dos principais investidores de todos os tempos, pedimos para a estrategista de investimentos e sócia fundadora da Eugênio Invest, Claudia Augelli, selecionar 10 grandes nomes e as suas estratégias vencedoras. Confira e veja a que mais se encaixa no seu perfil:
1 - Benjamin Graham
Nascido em Londres no final do século XIX, Benjamin Graham é considerado o pai da análise fundamentalista (que se baseia nos dados do balanço da companhia). “Ele criou alguns conceitos bem importantes como o do investimento em 'valor', a utilização de filtros (análise fundamentalista quantitativa) que devem ser aplicados no processo de seleção de ativos, e o conceito da 'margem de segurança'”, explica Claudia.
2 - Warren Buffett
O lendário investidor norte-americano Warren Buffett foi aluno de Benjamin Graham e também é famoso por utilizar a análise fundamentalista para montar sua carteira de investimentos.
Considerado o terceiro homem mais rico do mundo na atualidade pela revista “Forbes”, o megainvestidor procura por ações de empresas sólidas, líderes no seu segmento, com boa administração e que estejam sendo negociadas abaixo de seu valor intrínseco.
3 - Peter Lynch
Peter Lynch é famoso pela sua estratégia de investimento em “crescimento”. “Ele acredita que devemos investir naquilo que conhecemos, empresas que façam parte do nosso universo, que possamos avaliar seu desempenho e perspectiva de crescimento em nosso dia a dia”, explica Claudia.
Ela ressalta que o investidor defende a compra de ações que estejam "em liquidação" (sub-avaliadas) como estratégia para obter uma melhor rentabilidade.
4 - Sir John Templeton
Nascido nos Estados Unidos e radicado no Reino Unido, Sir John Templeton condensou seus princípios de investimento em 10 premissas que, até hoje, funcionam no processo de seleção para escolha de ações: 
 - Invista pelo retorno real (descontada a inflação)
“O verdadeiro objetivo de qualquer investidor de longo-prazo é a maximização do retorno real após os impostos."
- Mantenha sua mente aberta
“Nunca adote um tipo de ativo ou um método fixo de seleção que seja permanentemente. Tente se manter flexível, com a mente aberta e céptica.”
- Nunca siga a multidão
"Se você comprar as mesmas ações que a multidão, conseguirá o mesmo resultado que todo mundo. Comprar quando todos estão vendendo e vender quando todos estão comprando requer uma grande auto-confiança, mas gera excelentes resultados."
- Tudo muda
“Mercados em queda têm sido temporários. Da mesma forma que mercados em alta. É sempre assim.”
- Evite o popular
“Muita gente junto acaba por destruir qualquer fórmula de seleção de ações ou qualquer tentativa de market timing."
- Aprenda com seus próprios erros
"Desta vez vai ser diferente está entre as cinco palavras mais caras da história do mercado."
- Compre ações em épocas de pessimismo
"A época de maior pessimismo é a melhor hora de se comprar, e a época de otimismo é a melhor época para se vender."
- Lute por valor e barganhas
"No Mercado de ações, a única forma de encontrar barganhas é quando todos estão vendendo."
- Procure pelo mundo todo
"Se você procurar pelo mundo todo irá encontrar mais barganhas do que se fixar a apenas um país."
- Ninguém sabe tudo
"Um investidor que tem todas as respostas nem entendeu as perguntas." 
5 - Steven Cohen
"Stevie", como é conhecido em Wall Street, é fundador da SAC Capital Advisors e gestor de um fundo de hedge.
Seu objetivo é tentar obter informações relevantes antes de qualquer um. “Seus fundos trabalham com estratégias de ações de curto e longo prazo, arbitragem estatística e de títulos conversíveis, estratégias quantitativas e grandes apostas em taxas de juros”, axplica Claudia. “O investidor procura identificar tendências por meio do estudo dos fluxos de capital que entram e saem do mercado”, completa.
Ela ressalta que Stevie opera de forma muito ativa e possui uma disciplina rigorosa no controle de risco, trabalhando com "stop loss" (ordem de venda automática) curtos para se desfazer rapidamente de posições perdedoras.
 6 - James Harris Simons (mais conhecido como Jim Simons)
Matemático excepcional, Simons é fundador da Renaissance Technologies e gestor de fundos de hedge. Sua especialidade é a criação e utilização de softwares baseados em algoritmos que fazem análises da trajetória de ativos, como ações e moedas, em busca de oportunidades - os chamados fundos quantitativos - nos quais parte da operação é comandada por computadores.
Seu fundo mais conhecido, o Medallion, tem apresentado uma rentabilidade anual média de 39% há 16 anos, um recorde absoluto em Wall Street.
7 - Kenneth Griffin
Fundador da Citadel Investment Group, Griffin começou a operar no mercado em 1987 do seu dormitório em Harvard. Opera em diferentes mercados no mundo através de arbitragem, métodos quantitativos e alocação global. Trabalha com várias estratégias que possuem baixa correlação e expectativa de altos retornos.
8 - George Soros
Em 1992, o megainvestidor fez uma bem sucedida aposta contra a libra esterlina (moeda do Reino Unido), quando lucrou mais de US$ 1 bilhão em um único dia.
Criou a Teoria da Reflexividade, segundo a qual os desequilíbrios do mercado levam os agentes a iniciativas que ampliam essa situação de desequilíbrio, negando a existência de um "mercado eficiente".
9 - Carl Icahn
Conhecido como "especulador corporativo" e tido como o pesadelo dos conselhos de administração das empresas que compra, Icahn construiu sua fortuna através de fusões e aquisições, adquirindo ações de companhias onde enxerga potencial, mas julga estarem sendo mal administradas.
Sua estratégia é comprar gradativamente as ações até conseguir um assento diante de seu bloco controlador.
10 - Jack Bogle
Fundador do Vanguard Group e conhecido como o pai dos fundos de Índice. De acordo com Bogle, apenas 4% do fundos tradicionais conseguem ganhar mais do que seu índice de referência no longo prazo.
Logo, o melhor investimento é comprar o próprio índice através de um fundo barato que o replique. Valoriza uma estratégia passiva e de longo prazo, de preferência em fundos amplamente diversificados e de baixo custo (baixas taxas de administração e performance).

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Fundo de ações: conheça 11 passos para escolher o que mais se encaixa ao seu perfil


SÃO PAULO - Em tempos de crise como agora, quando preocupações sobre as instabilidades econômicas de países da Europa e dos EUA permeiam os negócios em bolsa, o investidor que tem pouco ou nenhum conhecimento do mercado de capitais fica ainda mais inseguro ao aplicar em ações. Mas o que tal contar com o apoio de um profissional experiente para administrar seus recursos no mercado acionário?
Essa é a ideia dos fundos de ações, que como um condomínio, reúne recursos de um conjunto de condôminos (cotistas) que dividem receitas geradas e despesas necessárias para a manutenção do empreendimento, ou no caso do mercado financeiro, para obter ganhos a partir do investimento em títulos de empresas listadas em bolsa.
Assim como num condomínio, os fundos também contam com um síndico (gestor). É esse profissional quem vai administrar a carteira de investimento, acompanhando de perto quais são os riscos, o nível de endividamento e a expectativa de cada companhia da qual você comprou ação.
Mas se os gestores trabalham para você. Qual é o seu papel? Basicamente é escolher um fundo que se encaixa com seu perfil e expectativas. Para te ajudar nessa missão, o InfoMoney conversou com quem entende do assunto e levantou 10 dicas. Confira:
1) Descubra qual seu perfil de risco
Para o professor de Finanças da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Fábio Gallo, primeiramente, o investidor precisa descobrir qual o seu perfil de risco, ou seja, identificar o nível de risco que ele está disposto a correr. "Se você fica pensando no investimento na hora de dormir, ele tem muito risco para você", ensina.
2) Entenda os diferentes tipos de fundos
Resumidamente, os fundos se dividem em duas famílias. Enquanto nos ativos o gestor busca um retorno acima do Ibovespa, nos passivos o compromisso é de repetir o resultado ao benchmark indicado. O diretor de produtos e estratégia da Infinity Asset, André Paes, também destaca as distinções quanto à composição, citando os fundos de dividendos, os setoriais, etc. "As pessoas tendem a botar os fundos de ações no mesmo saco, mas cada um tem sua característica", diz.
3) Reconheça o grau de risco do fundo
Após identificar quais as opções de fundos disponíveis, procure saber se o seu perfil de risco se enquadra ao nível de risco do fundo. O consultor, Valmir Duarte Costa recomenda que o investidor iniciante opte por um fundo de ações do tipo dividendos, os quais contam com uma política de investimento de mais longo prazo e, normalmente, oferecem retornos melhores para quem está começando. "Para quem já tem certa experiência, um fundo com concentração em papéis de segunda linha, pode ser algo interessante, principalmente se o objetivo for de longo prazo". Evite fundos que possuam 30% da carteira em papéis da Petrobras e Vale, nesse caso em particular, o consultor recomenda a compra direta das ações.
4) Leia o regulamento
Outro aspecto importante, na visão de Paes é que o investidor leia o regulamento antes de investir num fundo. É nesse documento onde estão descritas todas as suas características operacionais. Fábio Gallo compartilha da opinião e ensina que o investidor pode recorrer ao site da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) para consultar o regulamento geral do mercado e, desta forma, se sentir mais seguro para investir.
5) Compare os custos dos fundos
Em geral, o investidor precisa arcar com os custos da taxa de administração e a de performance, mas, em alguns casos, também com taxas de carregamento ou saída. Para o consultor Valdir Duarte Costa, um bom parâmetro são fundos que cobram 2% a.a. de taxa de administração e uma taxa de performance de 20% do que exceder a variação do Ibovespa. “Tudo o que ultrapassar essas condições pode ser visto como ponto negativo”. 
Já André Paes recomenda que o investidor compare a taxa de administração e o retorno. “Um fundo mais caro, mas também mais rentável pode valer a pena”. Cabe destacar que isso só vale para fundos ativos. Nos passivos, taxa menor é sinônimo de maior retorno.
6) Analise o histórico de rentabilidade
Os especialistas indicam que vale a pena analisar o desempenho passado de um fundo, principalmente, para que o investidor possa identificar o estilo do gestor. Procure checar o comportamento do fundo em momentos de crise, isso pode te mostrar a capacidade do gestor em superar as adversidades. Vale ressaltar que retornos passados não são garantia de sucesso futuro.
7) Avalie a estratégia de gestão
Além de considerar o retorno, conheça quem são os gestores que vão lidar com seu dinheiro e certifique-se da confiabilidade da instituição. Procure rankings de fundos, realizados por uma série de publicações e mensalmente pela Anbima, uma vez que essas listas que podem trazer informações relevantes sobre os produtos. Costa sugere a leitura dos comentários do gestor em cartas mensais enviadas aos investidores, o que pode te dar uma ideia do que o perfil desse profissional.
8) Compare o patrimônio e o número de cotistas
Opte por fundos consolidados e com patrimônio mais pulverizado. Em fundos pequenos, a saída de um grande cotista, especialmente num cenário turbulento, pode significar grandes prejuízos para quem fica.
9) Confira as regras de liquidez
Não deixe para verificar as regras de resgate do fundo quando houver um imprevisto e você estiver precisando sacar o dinheiro com urgência. Alguns produtos têm prazo de 30 dias para resgate e outros contam até com período de carência, ou seja, o investidor não pode sacar nos primeiros 30 dias.
10) Diversifique
Outro ponto é a diversificação. Os fundos com carteiras mais diversificadas são menos sensíveis a perdas no caso de uma ação específica apresentar queda expressiva. A planejadora financeira, Cristiana Dias Baptista vai ainda mais longe e sugere que o investidor aplique em mais de um fundo, com estratégias distintas.
11) XP One StopA Plataforma de Fundos de Investimento XP One Stop® permite a você comparar e fazer análises para montar e otimizar seu portfólio de investimentos.

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Fundo XP Long Short FIM ganha classificação 5 estrelas da revista Exame e da FGV


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Fundos cambiais rendem mais de 12% em setembro; vale a pena investir em dólar agora?


SÃO PAULO – A rentabilidade dos fundos cambiais atrelados ao dólar salta aos ohos do investidor no mês de setembro. Nas assets de bancos como Itaú Unibanco, Banco do Brasil e Bradesco, por exemplo, os fundos cambiais com ativos em dólar renderam mais de 12% só este mês - com base nas cotas da última terça-feira (20) - refletindo a forte valorização da moeda norte-americana sobre o real, especialmente nos últimos 20 dias.
Entretanto, especialistas ressaltam que investimento em dólar não é aconselhado para pequenos investidores e pessoas físicas que têm o único objetivo de especular com a valorização da moeda.
“Especular com moeda é muito mais difícil do que especular com ações. Se grandes investidores, acostumados com este tipo de operação, têm dificuldades nestas transações, imagina os pequenos investidores”, afirma o especialista da Money Fit, André Massaro.
O gerente da mesa de operações do Banco Confidence, Felipe Pellegrini, concorda que os investidores devem tomar cuidado ao pensar no dólar como uma forma de obter rentabilidade. “Investir em dólar é perigoso, em qualquer cenário econômico”, afirma.
Dinheiro embaixo do colchão
Pellegrini lembra que, no final dos anos 80 e início dos anos 90, o dólar era visto por grande parte da população como um ativo que protegia o dinheiro das fortes oscilações de preços. “O brasileiro era levado a 'estocar' dólar em casa por conta da inflação diária”, diz.
Entretanto, ele lembra que esta não é mais a realidade da economia e a compra da moeda deve ser feita exclusivamente por aqueles que pretendem viajar para o exterior. “É uma besteira comprar dólar em espécie e guardar em casa, é um risco muito grande, já que não há nenhuma garantia de que a moeda vá se valorizar”, afirma.
Além disso, o vice-presidente do grupo Fitta, Rodrigo Macedo, ressalta que comprar moeda estrangeira em espécie, com objetivo de investir, não é permitido pelo Banco Central. “Quem quer investir em dólar tem que estar ciente dos riscos e deve operar, ou por meio da compra de contratos futuros na BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros) ou por meio de fundos cambiais”, ressalta.
Incertezas internacionais
O dólar tem se valorizado nas últimas semanas por conta das incertezas internacionais, especialmente problemas com a dívida de países europeus. “Estávamos muito perto de uma minima histórica e tivemos uma alta muito rápida”, afirma Pellegrini.
Desde o começo do mês, o dólar comercial já valorizou 16,64% ante o real. Só nesta quarta-feira (21), a divisa norte-americana subiu 3,75%. “Não descarto que o dólar volte um pouco atrás nos próximos dias, esperando notícias de fora”, diz. Entretanto, ele não acredita que a moeda volte ao patamar anterior a setembro num curto espaço de tempo.
Rodrigo Macedo, do grupo Fitta, afirma que a tendência da moeda é cair até o final do ano. “Os especialistas acreditam que até dezembro o dólar volte ao patamar de R$ 1,70 e deve se manter neste patamar no próximo ano. Então investir na moeda agora pode não ser uma boa alternativa”, diz.
Segundo ele, quem apostar agora na moeda pode acabar comprando na alta e vendendo na baixa. “O brasileiro tem este problema de resolver comprar só depois que sobe muito. Mas aí corre-se o risco de vender com prejuízo”, alerta.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Renda Fixa com 11% de rentabilidade anual? Conheça os FI's.

Você sabe o que são os Fundos de Investimentos?
Muitos brasileiros deixam de começar os seus investimentos por acreditar na ideia errada de que para se investir é necessário ter muito dinheiro. Os FI's estão aí para provar que é exatamente o contrário, os investimentos estão acessíveis a todas as classes sociais sendo necessário apenas interesse e organização pessoal para alcançar objetivos.

Como funcionam os FI's?
Um Fundo de Investimento é uma forma de aplicação financeira, formada pela união de vários investidores que se juntam para a realização de um investimento financeiro, organizada sob a forma de pessoa jurídica, tal qual um condomínio, visando um determinado objetivo ou retorno esperado, dividindo as receitas geradas e as despesas necessárias para o empreendimento.

Por ser um investimento formado pela união de vários investidores a sua participação nos mesmos é facilitada. Hoje existem FI's em que é possível iniciar as suas aplicações com apenas R$ 100,00.

Quais são os melhores FI's no mercado atualmente?
Os melhores fundos de investimento em um só lugar. A Plataforma de Fundos de Investimento XP One Stop® permite a você comparar e fazer análises para montar e otimizar seu portfólio de investimentos.

É possível ter uma idéia da rentabilidade dos FI's a longo prazo?
A AJS possibilita aos clientes um Simulador de Investimento, você pode conferir o mesmo na página da AJS

A critério de conhecimento, é possível observar na imagem abaixo o Informe Diário sobre alguns dos melhores Fundos de Investimento do momento. O FI de renda fixa XP Investor FIRF Crédito Privado nos últimos 12 meses conseguiu algo próximo a 11%! Então não há mais porque deixar todo o seu dinheiro parado em uma poupança, reserve uns 20% do seu capital e comece os seus investimentos!



Maiores informações: (51) 3026.0450

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Ibovespa inverte sinal e registra alta na manhã desta terça-feira

SÃO PAULO – O Ibovespa iniciou o pregão desta terça-feira (6) em queda, mas logo inverteu o sinal e já registra alta de 0,30%, conforme dado das 11h24 (horário de Brasília). Apenas alguns minutos antes, às 10h20, o benchmark da bolsa paulista acumulava queda de 1,59%, aos 54.121 pontos, enquanto a máxima do intraday foi de 1,27%, às 11h05.

Tal cenário de volatilidade já era previsto por analistas, os quais indicaram no início desta semana que os mercados deverão continuar a ser marcados pelas mudanças repentinas em seus rumos durante os pregões, uma vez que a aversão ao risco permanece no curto prazo, com incertezas relacionadas à Europa e ao seu contágio à economia norte-americana.
 Deste modo, na véspera do feriado de quarta-feira, o índice se descola dos mercados internacionais, os quais recuam nesta sessão em meio às discussões no senado italiano para a aprovação de medidas de austeridade fiscal.

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